Cabelos ao vento …

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Hoje enquanto buscava minha mãe na fazenda ,com os vidros do carro abertos e a musica que eu mais queria ouvir … sentindo  meus cabelos ao vento , eu sabia que minha vida era perfeita ,mas que , estava prestes a acabar …

Quando recebi a noticia que eu tinha aquela … aquela doença , ouvindo minha mãe chorar e vendo a cara do médico ao falar o tal acontecimento, eu simplesmente paralisei , porque eu já sabia mas , só estava faltando a tal confirmação  já era fato que eu estava com Câncer  ,havia vários dias em que eu estava com certos desmaios e também Dias em que eu ficava   olhando para pia cheia  de sangue  escorrendo do meu nariz …

Hoje quando eu estou  aqui depois de praticamente dois dias da tal noticia , eu praticamente não sinto angustia nem tristeza … eu simplesmente aceitei que eu vou ter que raspar meu cabelo  e ai? … E ai que eu não vou mais sentir isso que eu to sentindo agora.É dói . Dói saber que isso vai acontecer e que as vezes .. Eu nem vou poder sentir isso mais .

Sabe quando você ver que sua vida ta uma bagunça ,mas você simplesmente entorpece diante das circunstâncias ?  Poise… eu estou assim diante disso eu estou satisfeita , com tudo isso , com todas as coisas que eu acho que de alguma maneira valeu a pena eu presenciar e viver e isso aqui agora tá valendo a pena … Que seja   assim… que minha vida seja   assim Cabelos ao vento  até quando der .

Uma tarde …

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EU.Sinceramente não tenho certeza se os meu sonhos , são oque eu realmente quero ,acho que sou bipolar , um dia quero uma vida de campo ,em outra quero morar na capital . Eu não sei se eu queria realmente esses dois sonhos , tem dia que eu acordo com uma certeza de que não quero nada,não quero uma vida simples e nem morar na capital não quero nada é nada .Muitas vezes o meu eu diz que sou incompetente por não saber o que quero ,e eu também acho isso.

Minhas amigas já sabem o que querem  já ,com certeza absoluta ,e eu admiro isso.Admiro porque eu não sei oque eu realmente quero oque eu realmente vou ser feliz . Isso me da medo ,sério, eu tenho medo de fazer tudo errado e não poder voltar atrás .Esse é o medo que me faz as vezes não querer nada e me achar incompetente … Porque ? Porque que isso tem que acontecer comigo ? Porque ?

Nessa tarde de Março eu mais uma vez deixei de viver ..Acho que eu não estou aproveitando a minha Vida , sou uma garota que precisa de com paninha para tudo ,E quando eu faço alguma coisa sozinha parece que eu sou uma garota que esta com a boca suja de chocolate ,todo mundo olha para mim e é isso que me deixa mais insegura ainda.Acho que aquele tipo de “Nostalgia” eu senti só umas 3 ou 4 vezes para mim isso é raro ,minha vida é sem graça ,minha Vida não tem objetivo … Quem me dera poder dizer SIM SIM E SIM a todos os obstáculos ,e o que é melhor enfrenta-los sozinha .

Eu sinceramente não sei .. e pelo visto vou continuar sem saber ..

 

Playlist de Sábado !

Olaa Galera tudo bom ?

Gente hoje eu venho com um playlist para vocês animarem essa Sábado  e o resto do  fim de semana … Escolhi alguns clipes que durante a minha semana eu gostei muito , Vamos ver?

1-Lea Michele – Cannonball

2- John Legend – All of Me

3- One Republic- Secrets

4-Rihanna – Rehab ft. Justin Timberlake

5-Lorde – Team

6-Ed Sheeran – Give Me Love

7-Lucas Lucco – Mozão

8-Ed Sheeran – Lego House

9-Florence and The Machine- Shake It Out

10-Avicii – Hey Brother

Espero que tenham gostado 🙂 Até o próximo post ! beijoo

Resenha : Amada Imortal-Cate Tiernan

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Nastasya tem pouco menos de 500 anos e uma vida fabulosa, cercada de amigos descolados, com muita festa e bebedeiras épicas. E é isso. SÓ isso.Ou era, até o dia em que seu melhor amigo, Innocencio, passa dos limites com sua Magick, fere gravemente um homem e faz Nasty repensar toda sua vida. De que adianta viver para sempre se não se faz nada de bom com a vida?

Perdida e confusa, Nasty decide partir em uma viagem incerta, esperando encontrar em outro continente algo que buscou a vida inteira dentro de si – mesmo sem saber. E é aí que uma lembrança muito antiga vai ajudá-la a mudar de vida – ou, ao menos, tentar.River é uma imortal muito antiga – mas muito MESMO! – que tem uma espécie de casa de reabilitação para imortais que gostariam de lidar melhor com seus “dons”. Lembram que falei lá em cima de Magick? Então, isso nada mais é que uma espécie de energia natural dos imortais que, se não controlada e bem trabalhada, pode acabar sendo direcionada para coisas negativas – como o que Innocencio fez.Só que, claro, Nasty não é a única imortal procurando se reabilitar. Na casa de River temos gente de todo o tipo, novos e antigos, bacanas, fechados, simpáticos… Além da popular e do bonitão – Reyn. *suspiros*Se Nastasya já tem uma dificuldade enorme de se encaixar por conta de sua insegurança quanto sua índole, sua aparência meio doentia e largada não ajuda muito, principalmente se estamos falando da linda-e-perfeita Nell. E as coisas se enrolam ainda mais quando o lindo-e-misterioso-deus-nórdico Reyn entra na equação para mexer com seus nervos e com a irritação e o ciúme de Nell.O livro todo gira em torno de Nasty e sua busca por si mesma, pelo que há de bom dentro de seu coração. Narrado em primeira pessoa, a história é envolvente e agradável – apesar de pouco desenvolvida. Acompanhamos o dia a dia da casa, com aulas, tarefas bem distribuídas e uma monotonia quase irritante, mas essencial para a vida da protagonista.A verdade é que o livro inteiro se desenvolve pouco. A escrita da autora, o humor ácido de Nasty, e o próprio pano de fundo são deliciosos de acompanhar, é quase impossível de largar! Mas, ainda assim, a história não anda muito. Não temos longos diálogos ou cenas de ação de tirar o fôlego, mas me senti presa ao livro até chegar ao final!Acho que o livro só tem três pontos negativos: o título enganador (não combina em nada!), a passagem de tempo meio bizarra (Isso tudo acontece em dois meses?! Oi?!) e a história dos amigos de Nastasya, que se perde em certo momento. Acredito que esse último ponto vá, claro, se esclarecer no próximo volume, mas senti falta de mais informações nesse.O cenário criado por Cate Tiernan é simples, e sua falta de complexidade torna a leitura ainda mais prazerosa. Não existe uma grande explicação mágica para o surgimento dos imortais, eles simplesmente estavam lá desde sempre. E isso basta.O livro é um young adult de primeiríssima qualidade, de escrita fluida e envolvente, com altas doses de humor e uma boa pitada de drama adolescente (apesar dos personagens serem adultos, vai entender, hehe). Nastasya, River e até Reyn conseguem ser cativantes e adoráveis – enquanto outros são apenas detestáveis, como Nell -, nos deixando apaixonados por sua história e torcendo para que tudo dê certo no final.Por trás de toda a simplicidade do primeiro volume há uma história mais complexa envolvendo as Casas Imortais, a própria Nastasya e tudo o que ela viveu, e o que promete ser um enoooorme gancho para os próximos dois livros que completam a trilogia. Isso sem contar os amigos de Nasty, que estão loucos de saudade e sentindo sua falta…Estava precisando de um YA sobrenatural que fosse além de humanos se apaixonando por criaturas, e todo o drama habitual. Recomendo muito, muito, muito, especialmente para quem ama um bom livro com uma pitada de romance e boas horas de leitura garantidas!

Sem querer…

 

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Vou dizer bem a verdade: eu já tinha aposentado a ideia de me apaixonar novamente. Até mesmo porque sempre parecia ser cedo demais. Não importa quanto tempo já havia passado desde a última vez. A dor causada fazia parecer tão recente… Por isso, eu abri mão dessa história de paixões e amores. Pelo menos por um (bom) tempo, não queria nada disso pra mim.

Meu coração estava “de férias”. Sem querer nada com nada. Sem preocupações. Sem hora. Sem compromissos. Sem dono. Aproveitando aquele período de liberdade e libertinagem. Vadio, solto e inconsequente. E, enquanto perambulava por aí, esbarrou no seu, igualmente perdido.

Não se viram, realmente, de primeira. Não se reconheceram como semelhantes. Não notaram que tinham cicatrizes causadas por motivos parecidos. E eu, que achava que tinha tudo sob controle, não vi mal algum nesse encontro. “Tá tudo bem. Não vai acontecer nada. Ainda é cedo para isso”. Ingênua, eu.

Achei que meu coração tivesse aprendido a lição junto comigo, mas o danado deve ter memória curta e se pôs a correr na minha frente. Foi se afundando na sua novidade. Nas descobertas de você e suas histórias. Foi sendo envolvido e, contra a minha vontade, se entregou.

 

É, eu não queria. Eu poderia estar por aí, curtindo os bares, as noites, os galanteios regados à cerveja. Eu poderia continuar na minha, assistir a um filme na minha própria companhia no domingo. Mas você apareceu para mudar os meus planos. Inverter a minha rota. Você apareceu sem eu querer, sem eu esperar. Sem eu sequer saber que você vinha, caso contrário teria me preparado. Chegou de mansinho para me levar com você por um caminho que eu nem imaginava.

 

Acho que algumas coisas devem ser assim: contra a nossa razão e vividas no mais bonito dos impulsos. Eu poderia dar meia volta. Mas, agora, eu vejo que eu fico bem melhor ao seu lado e aprendi que assim, juntinho, fico mais forte. Talvez eu lhe deva algum crédito, afinal. Foi sem querer, mas foi certo. E meu coração, que eu considerava não ter noção de nada, até que sabe o que faz.